19 setembro, 2008
Mês Internacional da Biblioteca Escolar
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19.9.08
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13 junho, 2008
10 junho, 2008
10 de Junho*
Verdes são os campos
Verdes são os campos,
De cor de limão:
Assim são os olhos
Do meu coração.
Campo, que te estendes
Com verdura bela;
Ovelhas, que nela
Vosso pasto tendes,
De ervas vos mantendes
Que traz o Verão,
E eu das lembranças
Do meu coração.
Gados que pasceis
Com contentamento,
Vosso mantimento
Não no entendereis;
Isso que comeis
Não são ervas, não:
São graças dos olhos
Do meu coração.
Luís de Camões
* Dia de Portugal, Camões e das Comunidades
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10.6.08
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29 maio, 2008
Dia Mundial da Criança | 1 Junho 08
- "Era uma vez uma Criança..."
- "Crianças do Mundo"
--
UNICEF (Portugal)
Convenção sobre os Direitos da Criança (Pdf)
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29.5.08
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28 maio, 2008
17 maio, 2008
Maio de 1968

Maio 68 (CRS-SS) I, 1968, Júlio Pomar
-
Caroline de Bendern, a “Marianne” do Maio de 68
Maio 68 na Internet:
Wikipédia
Dossier Jornal "Público"
Dossier JornalismoPortoNet
Dossier FundaçãoMárioSoares
Youtube:
"Reviver e pensar Maio de 68, 40 anos depois"
"La contestation"
"Intervention de Daniel Cohn Bendit"
"Photos de Paris en 68"
"Cannes Mai 68"
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17.5.08
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06 maio, 2008
Concurso da Biblioteca: “Uma história uma pergunta”
No dia 23 de Abril, “Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor”, a Joana Conceição do 6ºD recebeu a adaptação juvenil da obra de Júlio Dinis, “Os Fidalgos da Casa Mourisca”, por ter acertado às 12 perguntas do questionário, “Uma história uma pergunta”.Dezanove alunos obtiveram pontuação máxima e foi necessário proceder-se ao desempate, tirando à sorte um nome de entre os empatados. A Missão coube ao Dr. Paulo Faustino, representante em Coimbra da Sociedade Portuguesa de Autores, que se encontrava na nossa Biblioteca a fazer uma comunicação aos alunos de 9º Ano.
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6.5.08
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25 abril, 2008
25 de Abril de 1974
À morte da verdade
Em mim e nos outros
Sou Livre
Quando respeito
A Liberdade dos outros
Sou Livre
Enquanto a minha Liberdade
Não impedir
A Liberdade dos outros
Sou Livre
Se conquisto na Alegria
O direito de ser livre
Sou Livre
Se não desisto de ser livre
Sou Livre
Quando a minha vontade
Está acima
Do prazer e do dinheiro
Sou Livre
Se apenas me vergar
À força do Amor
Sou Livre
Quando, apesar de estar só,
Tenho a força das multidões
Sou Livre
Quando luto
Pela liberdade dos oprimidos
Sou Livre
Se, com o meu trabalho
Conquisto o direito
De ser feliz
E fazer felizes os outros
Sou Livre
Se a minha política
Não se definir
Apenas pelo partido,
Mas, acima de tudo,
Pelo bem comum
Sou Livre
Se, apesar de me tolherem
A Liberdade exterior,
Continuo a gritar
A minha vontade de ser livre
Sou Livre
Quando aceito que a morte
Me liberte
Da escravidão do Tempo
Sílvio Aguilar, Edições Audiopax
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25.4.08
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