Dia 7 de Fevereiro, pelas 11h00.
06 fevereiro, 2007
05 fevereiro, 2007
Porquê o Livro? I
Sugestão de:
Este pequeno e imenso livro foi "devorado" nos acessos de febre de uma gripe de Inverno e talvez por isso tivesse permanecido em letargia, ressurgindo com o desafio lançado pelo blogue da Biblioteca.
"O Velho Que Lia Romances de Amor" consegue em poucas páginas descrever um mundo que me é particularmente querido: Antropologia versus Ecologia, daí a razão da minha escolha.
E porque é um livro que se lê depressa talvez o possa recomendar a quem queira "embrenhar-se" na magia e crueza da Selva Amazónica.
Fica ao vosso dispor na nossa Biblioteca.
Luis Sepúlveda, nascido em Ovalle, Chile em 1949, contemplado em
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5.2.07
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31 janeiro, 2007
Amig@s da Biblioteca
São elas e ele, alunas e aluno da nossa Escola, que intervêm neste espaço com uma dinâmica muito própria e que nos enche a todos de orgulho!
Além da ajuda preciosa (e bem disposta!) que prestam no desempenho das tarefas de auxílio à equipa da Biblioteca, contribuem para dinamizar este espaço através da colaboração em todas as actividades propostas no plano de actividades, apoiando, ainda, os(as) colegas que se dirigem a este local.
Brevemente, ficarão, também, responsáveis pelo conteúdo e modelo deste nosso Blogue.
Amig@s da Biblioteca:
Lorredana Pereira, 6ª B
Diogo Martins, 7º C
Raquel Damasceno, 7º A
Gabriela Oliveira, 6º B
Inês Oliveira, 9º A
Joana Silva, 6º B
Filipa Almeida, 6º B
Catarina Prata, 6º B
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31.1.07
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29 janeiro, 2007
Porquê o Livro?
«Um dia li um livro e toda a minha vida mudou. Desde a primeira página,
sofri com tanta força o poder do livro que senti o meu corpo apartado da
cadeira e da mesa a que me sentava. No entanto, ao mesmo tempo que
experimentava a sensação de que o meu corpo se afastava de mim, todo
o meu ser continuava, mais do que nunca, sentado na cadeira, à mesa, e o
livro manifestava todo o seu poder não só na minha alma, mas em tudo
o que compunha a minha identidade». Orhan Pamuk A Vida Nova
Lançámos o desafio à comunidade escolar (Alunos, Professores, Funcionários e Encarregados de Educação) para que nos falassem de livros! Queremos partilhar com todos o gosto pela leitura e nada melhor do que perceber a importância do livro naqueles que nos são mais próximos. Esse livro poderá ser O Livro da minha Vida, O Último Livro que Li, O Primeiro Livro que Li, ou outro. No fundo, será aquele que poderá influenciar e criar novos leitores e o que se pede são algumas palavras sobre a obra, referindo o que mais gostaram do livro, ou simplesmente o que considerem importante.
Paulo Ramalho
Revista A Mar Arte, Inverno/Primavera/98
Recordo Sandokan mas não o exacto dia
em que ele saltou da selva para o livro que eu lia.
Júlio Verne, esse, chegou de balão
e pousou-me devagarinho na palma da mão.
Depois houve uma ilha e um tesouro
(a memória agora zune como um besouro),
Tom Saywer, a quem disputei a namorada,
Dumas, de quem herdei esta espada quebrada,
e Dois Aventureiros sempre à roda do Mundo
em livros velhos, de folhas soltas e aspecto imundo,
que comprava a um alfarrabista da esquina
cujo cabelo tinha risca, caspa e brilhantina.
Lembro-me de ser o Robin dos Bosques de mim menino:
vivia mil aventuras, roubava a cada herói o seu destino.
Agora, se ainda cavalgo estas histórias contra o vento,
já me pesa a lança, já me arrasto no jumento;
deixei lá atrás, nas planícies brancas da infância,
O meu selim de prata, perdi muitos livros na distância.
Em troca encontrei um dia Borges no seu labirinto
e antes dele Hemingway, com quem pesquei, bebi vinho tinto
e vi correr o sangue nas arenas da altiva Espanha
(não li ainda o Quixote, guardo-me de tanta quimera, tanta façanha,
por ora basto-me com Eça, Cesário, Pessoa
– e vejo moinhos da Ibéria nas tascas da Madragoa)
Calvino recebeu-me num castelo. Chamou-me Visconde,
falou de Cidades Invisíveis, lugares misteriosos onde
sonho e magia cruzam sem cessar as nossas Vidas.
Tolkien estava ao lado e disse: "falamos, claro de Eras idas".
Mas eu discordei: "há ainda Macondo, dos Cem Anos de Solidão,
cujos Buendias revisito sempre com a mesma emoção".
Depois olhei para as mãos e acrescentei: "E há os poetas".
(Sabes, Ruy, também eu atribuo à poesia
a reconquista trabalhosa da margem da alegria.
Por isso não esqueço Elsinore do Cesariny, O'Neil e as setas,
Whitman – ele próprio, Sofia serenamente ao sul,
Os miasmas de Baudelaire e a colher de Herberto na minha boca azul).
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29.1.07
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25 janeiro, 2007
A Nossa Biblioteca
Ei-la de cara lavada e roupa nova, a nossa Biblioteca. Pintada de amarelo claro (tom silencioso), o nome adequa-se à forma como lá devemos permanecer. Eis que surge também com mobiliário e equipamento renovado, bonito e funcional: mesas de pinho, cadeiras estofadas, estantes abertas para permitir o livre acesso aos documentos, sofás, caixa-álbum para Banda Desenhada, expositores para periódicos (jornais e revistas) para DVDs e CDs-áudio.Quem quiser ouvir música, passa a dispor de leitores de CDs e auscultadores, o mesmo se passando em relação aos filmes: dois monitores na Biblioteca, apenas dois alunos para cada um deles e só com auscultadores.
Continua a existir recurso à Internet e os computadores a utilizar, exclusivamente para a realização de trabalhos escolares.
Não julgues que foram os professores que estabeleceram estas “leis”! Elas fazem parte da política da “Rede das Bibliotecas Escolares” da qual fazemos parte desde 2006. Sim, há dois anos candidatámo-nos a este projecto com um plano de dinamização para a Biblioteca, o preenchimento de muitos formulários, e o trabalho de alguns elementos da escola, muito empenhados e dinâmicos na tarefa de se vir a integrar a “Rede”. Ganhámos em boa hora, pois passámos a ter uma Biblioteca mais moderna e renovada.
Os espaços estão organizados em áreas: de leitura informal; de pesquisa e trabalho; de multimédia; de audiovisual e de jogos.
Os livros e restantes materiais podem ser consultados livremente e continua a haver empréstimo domiciliário.
Adquiriram-se mais de 300 novos livros, cerca de 80 títulos de filmes e cassetes–áudio e passámos a ser assinantes do jornal “Público” e das revistas “Visão Júnior”, “Super Interessante” e “National Geographic”.
Existem livros para todas os temas e gostos . Eis apenas alguns exemplos: “ Dicionário de Números Curiosos e Interessantes”; “Adolescentes Somos Nós”; “As Religiões Explicadas aos Jovens e aos Outros”; “Direitos da Criança”; “Física Divertida”; “Portugal Animal”; “Jogos de Todo o Mundo”; “Bando dos Quatro”; Triângulo Jota”; “Ásterix”; “Teodora”,”Diário de Sofia” “Diário de Mariana”, etc, etc…
Filmes para não esquecer: “Momentos de Glória”; “A Missão”; “Shrek”; “A Idade do Gelo”; “Uma Mente Brilhante”; “Harry Potter”…
Sons imortais: “Mozart”; Beethoven; ”Rio Grande”; D’Zrt”, “Adriana Partimpim”, etc, etc…
No 1º Período a Equipa da Biblioteca Escolar dinamizou os concursos “Nome para a Mascote” e “Postal de Natal”, divulgou um autor e a sua obra (existente na Biblioteca) Sophia de Mello Breyner Andersen e todas as semanas tivemos um texto temático ou alusivo a uma efeméride.
Adquiriu-se ainda o novo fundo documental (livros e material não–livro), registou-se tudo o que existe na Biblioteca (livros antigos e novos), dispôs-se o mobiliário e o equipamento, colaborou-se na realização do Jornal da Escola e fez-se o “Guia de Utilizador” e marcadores para livros.
…Contamos contigo:
… vem ler um livro…
… ouvir música…
…ver um filme…
… pesquisar…
…estudar…
…………………………. Aprender
* Man With Book Parachute - Ilustração de Dave Cutler/Images.com
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25.1.07
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24 janeiro, 2007
"Guia do Utilizador da Biblioteca"
deixa a tua mochila nas prateleiras da entrada.
leva apenas o material que precisas.
Na Biblioteca podes:
Ler
Pesquisar
Requisitar livros e revistas
Fazer trabalhos escolares
Utilizar a Internet
Ouvir música
Ver filmes ou documentários
Como estão organizados os espaços?
Atendimento
Área de leitura informal: jornais,
revistas, Banda Desenhada
Área de trabalho/pesquisa
Área multimédia
Área audiovisual
Área de jogos
Como utilizar o que existe na Biblioteca?
Livros e materiais da BE/CRE podem ser consultados livremente
Em caso de dúvida deves recorrer ao apoio da funcionária ou dos professores da Equipa da Biblioteca
Os livros consultados são deixados na caixa de recolha
Os documentos podem ser requisitados para a sala de aula
Existe serviço de empréstimo domiciliário, excepto dicionários, enciclopédias, publicações periódicas e material não -livro
Existe uma fotocopiadora para a reprodução de documentos
Para utilizares o computador tens que fazer uma inscrição prévia
Os computadores servem exclusivamente para a realização de trabalhos
Cada aluno só pode utilizar o computador por um período de 45m
Só podem estar dois alunos por computador e ambos são responsáveis por ele
Para ouvires um CD ou veres um DVD tens que requisitar o leitor e os auscultadores
Qual o sistema de arrumação nas estantes?
Os livros estão arrumados por assuntos: (Classificação Decimal Universal)
0– Generalidades. Dicionários. Enciclopédias. Informática
1– Filosofia. Psicologia
2– Religião. Teologia
3– Ciências Sociais ( Demografia; Sociologia; Política; Economia; Direito. Educação
5– Ciências Puras. Matemática. Biologia
6– Ciências Aplicadas. Medicina. Tecnologia
7– Arte. Desporto
8– Língua. Linguística. Literatura.
9– Geografia. Biografia. História
Documentos não livro:
CD-Rom
CD–áudio
DVD
VHS
Jornais e revistas
Jogos didácticos
Regras de permanência na Biblioteca
Deves estar em silêncio, sob pena de teres de sair
Não podes comer, beber ou usar o telemóvel
Deves preservar o material físico e documental
Não permitas que as tuas brincadeiras ou conversas prejudiquem os outros utilizadores
Ao utilizares a Biblioteca tem em conta as normas de funcionamento que constam no Regulamento Interno.
Consulta-o!
HORÁRIO DE FUNCIONAMENTO:
9h10 às 17h35
EB 2,3 de Vilarinho do Bairro
Rua S. Miguel, nº 10
3780– 599 Vilarinho do Bairro
Tel: 231 959 532
Fax: 231 959 533
Email: bevilarinho@gmail.com

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22 janeiro, 2007
Memória de Miguel Torga
No centenário do seu nascimento
Nos doze anos da sua morte
“Vou falar-lhes de um Reino Maravilhoso”…
O “reino” onde nasceu, S. Martinho de Anta, Concelho de Sobrosa, a 12 de Agosto de 1907, inspirou-o no seu tom de escrita onde predominam a “Linguagem” das terras transmontanas, a poesia de um mundo rural e as forças telúricas das paisagens e das figuras.
Seu nome de baptismo, Adolfo Correia da Rocha, exerceu medicina na cidade de Coimbra onde faleceu há doze anos no dia 17 de Janeiro de 1995, indo a sepultar na sua terra natal em Trás-os-Montes.
A sua obra literária atravessou diferentes géneros. Foi poeta, contista, romancista e dramaturgo.
Autor de mais de 50 obras, estreou-se na Literatura em 1928 aos 21 anos com o livro de poesia “Ansiedade” deixando de escrever em 1993.
Poeta Universal, Miguel Torga expressou o seu dramatismo, a sua maneira de estar no mundo com os olhos e os sentimentos de português.
“Coimbra, 13 de Outubro de 1968 – Oito horas de sonambulismo nos campos do Mondego, cobertos de quietude e de toalhas de água, onde a alma se embebeda de silêncio e os choupos se narcisam.
Esta paisagem coimbrã tem o diabo dentro dela. No Alentejo, caminho; em Trás-os-Montes, trepo; aqui, levito.
Diário XI
Na sua obra poética destacam-se alguns dos seguintes títulos: “Rampa”; “Tributo”; “Abismo”; “Cântico do Homem”; “Poemas Ibéricos” …
Na prosa: “Contos da Montanha”; “Pedras Lavradas”; “Vindima”; “Um Reino Maravilhoso”; “A Criação do Mundo”; “Os Bichos”;
livros em Poesia e Prosa como é o caso dos seus Diários (Publicou até ao “Diário XIV” em 1990).
Também passou pelo Teatro onde escreveu, “Terra Firme”; “O Paraíso”; “Sinfonia”; “Mar”…
Biografia
Sonho, mas não parece.
Nem quero que pareça.
É por dentro que eu gosto que aconteça
A minha vida.
Íntima, funda, como um sentimento
De que se tem pudor.
Vulcão de exterior
Tão apagado,
Que um pastor
Possa sobre ele apascentar o gado.
Mas os versos, depois,
Frutos do sonho e dessa mesma vida
É quase á queima-roupa que os atiro
Contra a serenidade de quem passa.
Então, já não sou eu que testemunho
A graça
Da poesia: É ela, prisioneira,
Que, vendo a porta da prisão aberta,
Como chispa que salta da fogueira
Numa agressiva fúria se liberta.
Auto- Retrato do homem e poeta
Descobre Miguel Torga
Começa por ler a sua poesia
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16 janeiro, 2007
Concurso Literário
Escola E. B. 2/3 de Vilarinho do Bairro
A Mais Bela Carta de Amor
14 de Fevereiro “Dia de S. Valentim – Dia dos Namorados”
Biblioteca da Escola e Disciplina de Língua Portuguesa
REGULAMENTO
Participantes
Alunos do 3º Ciclo da Escola E.B. 2/3 de Vilarinho do Bairro.
Tema
Uma carta de Amor expressando os sentimentos em relação à pessoa que se ama.
Prazos
Os prazos do concurso são os seguintes:
· Entrega dos trabalhos por parte dos alunos até ao dia 31 de Janeiro de 2007;
· Afixação dos resultados do concurso no dia 14 de Fevereiro de 2007 – “Dia dos Namorados”;
· Exposição dos melhores trabalhos na Biblioteca até ao dia 28 de Fevereiro;
· Divulgação dos melhores trabalhos no Jornal da Escola e no Blog da Biblioteca;
· Devolução dos trabalhos após 28 de Fevereiro.
Normas
· O texto pode ser em prosa ou em verso;
· O texto tem que ser original, inédito e individual;
· O texto é escrito em Língua Portuguesa;
· O texto pode ser manuscrito ou impresso;
· Cada aluno só poderá apresentar um trabalho;
· Os alunos deverão entregar os trabalhos à sua professora de Língua Portuguesa;
· Os trabalhos deverão ter como base um texto que não ultrapasse uma página de uma folha A4;
· Não há direito a recurso das decisões do júri;
· Serão excluídos os concorrentes que não sigam as normas do concurso.
Júri
O Júri do Concurso é constituído por duas professoras de Língua Portuguesa e por um elemento da equipa da Biblioteca.
Critérios de Avaliação
Originalidade/criatividade - 20 pontos
Simbologia/recursos expressivos - 30 pontos
Respeito pela ortografia - 30 pontos
Relação com o tema - 20 pontos
Total: 100
Em caso de igualdade de resultados serão utilizados os seguintes critérios de desempate:
· O bom comportamento
· Aproveitamento a Língua Portuguesa e/ou Matemática
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