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03 março, 2008

Concurso Biblioleitura

27 de Fevereiro

Parceiros: Biblioteca e disciplina de Língua Portuguesa
Intervenientes: alunos do 2º Ciclo
Local: Biblioteca
Hora: das 11h 30m às 13h


Pedro, Mariana e Luís

Tal como "Rapsodos" da Grécia Clássica, assim os três alunos de cada uma das turmas do 5º e 6º ano seleccionados pelos colegas na sala de aula e agora frente a uma audiência atenta e interessada na Biblioteca, cumpriram a sua missão ao ler o excerto de um livro por eles escolhido: A Fada Oriana, ou o Rapaz de Bronze? Pedro Alecrim ou talvez o Rapaz de Louredo! Por que não Poemas da Mentira ou da Verdade! E as Naus de Verde Pinho!...
Leram e encantaram os presentes que os ouviram com toda a atenção.
Avaliados por um júri constituído pela Presidente do Conselho Executivo, pela Coordenadora da Biblioteca e pela Representante da disciplina de Língua Portuguesa, os alunos presentes a concurso tiveram que fazer uma leitura expressiva e sem hesitações, com a pontuação e o ritmo adequados ao texto. E depois foi só escolher os melhores. O resultado apontou para um exequo. Três dos concorrentes apurados a passar a uma 2ª volta para o desempate com a leitura do poema Trem de Ferro de Manuel Bandeira.

Eis então o resultado final:

1º Lugar – Luís Trajano, nº 8 do 6ºC
2º Lugar – Pedro Ferreira, nº 16 do 5ºC
3º Lugar – Mariana Santos, nº 13 do 6ºA

Parabéns aos vencedores e a todos aqueles que participaram no concurso "Biblioleitura".
Todos os alunos receberam um diploma de participação, um postal ilustrado do Plano Nacional de Leitura e um marcador de página.
Aos três premiados foram ainda ofertados livros.

25 fevereiro, 2008

O que ando a ler


Gabrielle Gomes, Turma 5ºB

"O Principezinho" de Antoine Saint-Exupéry
Website:
http://www.lepetitprince.com/fr/

O narrador da obra é um piloto com um avião avariado no deserto do Sara que tenta desesperadamente reparar os danos causados no seu aparelho. Um belo dia os seus esforços são interrompidos devido à aparição de um pequeno príncipe, que lhe pede que desenhe uma ovelha. Perante um domínio tão misterioso, o piloto não se atreveu a desobedecer e, por muito absurdo que pareça - a mais de mil milhas das regiões habitadas mais próximas e correndo perigo de vida - pegou num pedaço de papel e numa caneta e fez o que o principezinho tinha pedido. E assim começa um diálogo que leva a imaginação do narrador para todo o género de direcções inesperadas e maravilhosas. O Principezinho conta a sua própria viagem de planeta em planeta, cada um sendo um pequeno mundo povoado com um único adulto. Esta maravilhosa sequência criativa evoca não apenas os grandes contos de fadas de todos os tempos, como também o extravagante Cidades Invisíveis, de Italo Calvino.

Curiosidades:
- A edição francesa de "O Principezinho", de Antoine de Saint-Exupéry, cumprirá em Março 61 anos como o livro francês mais traduzido, já que está publicado em 160 línguas diferentes, tendo vendido cerca de 80 milhões de exemplares.
- Terá sido o editor norte-americano Eugéne Reynal quem, ao ver um desenho do pequeno príncipe, sugeriu a Saint-Exupéry que convertesse a figura em herói de um livro infantil - uma ideia que tomou forma seis meses depois, em 1942.
- O livro foi publicado em inglês e português nos EUA, uma semana antes de o escritor partir, como piloto de aviação, para uma missão no Norte de África. O escritor desapareceu, a bordo do seu avião, a 31 de Julho de 1944, no Mediterrâneo, sem nunca ver editada a obra na sua terra natal. Foi lançado em França apenas em 1946, um ano depois do final da II Grande Guerra, e, durante os anos seguintes, viria a conquistar leitores em todo o mundo, existindo mesmo um museu com o seu nome no Japão.
- "O Principezinho", que é também o livro francês mais vendido no mundo, já vai a caminho das 500 edições e está traduzido em 160 idiomas e dialectos, incluindo o xhosa, uma das 11 línguas oficiais da África do Sul.

Ricardo Oliveira, Turma 9ºB

"Hannibal – A Origem do Mal" de Thomas Harris

Conhecemos o seu nome, os seus métodos, os seus apetites… mas nunca poderemos imaginar como tudo começou…
Hannibal: a Origem do Mal é uma narrativa brilhante e íntima, onde Thomas Harris transcende as barreiras do thriller que sempre inspirou a saga de Hannibal Lecter.






Hugo Luís, Turma 9ºC

"Mutilada" de Khady

O testemunho de Khady é o de uma criança que, aos sete anos, viveu este pesadelo e que, uma vez mulher, tomou consciência da barbárie desta prática. É o percurso de uma sobrevivente que denuncia, com uma coragem extraordinária, aquilo que teve de suportar, uma militante que luta sem descanso para salvar as crianças do horror que ela própria foi obrigada a viver.

Consultar: MundoUniversitário / Vertentes / Entrevista DN

31 janeiro, 2008

Regicídio foi há 100 anos

No dia 1 de Fevereiro de 1908, no Terreiro do Paço, em Lisboa, o rei D. Carlos I foi assasinado, juntamente com o herdeiro ao trono, D. Luís Filipe. Foi o culminar do ambiente de descontentamento que se vivia nessa altura entre a oposição republicana e o regime monárquico. O Infante D. Manuel, segundo filho de D. Carlos I, foi aclamado rei.
No dia 5 de Outubro de 1910 foi proclamada a República e o fim da Monarquia em Portugal.


Vídeo do Regicído - via "História Aberta"

O Regicídio na Internet:
-
- O Regicídio: percurso histórico (Hemeroteca Digital - CMLisboa)
- O Regicídio visto por D. Manuel II - (HistóriaAberta)
-
- Regicídio: Cem anos depois da morte do Rei D. Carlos, refaz-se o percurso dos acontecimentos - Notícia RTP/Lusa (26/1/08)
- Regicídio: Como dois jornais descreveram a morte do rei D. Carlos, o funeral e o ambiente na capital - Visão/Lusa (27/1/08)
- Regicídio: "Acto isolado" ou "conspiração" ? - teses opostas confrontam-se em Coimbra - Notícia RTP/Lusa (28/1/08)

Na nossa Biblioteca:

"Mataram o Rei!" de Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada; Ilustrações de Arlindo Fagundes. Editorial Caminho

Orlando leva Ana e João na máquina do tempo em busca de um criminoso perigosíssimo que tem uma alcunha elucidativa — o Toupeira — e sabe camuflar-se tomando personalidades diferentes conforme o caso. Isso dificulta imenso a perseguição. Mas o grupo não desiste. Todas as pistas apontam para Lisboa no ano de 1908 e certos indícios fazem pensar que se relacionam com uma simpática família onde há três lindas raparigas. A melhor maneira de o caçar será fazerem amizade com elas. Para isso instalam-se na casa vizinha e passam a frequentar as festas, os passeios e até os bailes que o rei dá no Palácio da Pena, em Sintra. Mes sempre que julgam estar prestes a desmascará-lo, descobrem que afinal a pessoa de quem desconfiavam não é o Toupeira. As voltas e semivoltas levam João a envolver-se sem querer com um grupo de revolucionários que se preparam para assassinar o rei D. Carlos...

Recomendamos ainda: "O dia em que mataram o rei" de José Jorge Letria, Texto Editores

28 janeiro, 2008

Pela blogosfera...


"Geração Google" - no blogue "Entre Estantes", lemos com muita atenção um relatório e um estudo sobre as capacidades de pesquisa de informação na internet. Os resultados apresentam a diferença entre literacia computacional e literacia de informação.

Ah, essa falsa cultura... - "Digestivo Cultural"
-
Uma crise (meramente) literária - Blog de Pedro Rolo Duarte

Jukebox Literária - Blogue "Adrian&Pandora"
-
Projecto "Leitura em vai e vem". Plano Nacional de Leitura
-
No blogue "Favoritos", visitámos todos as postagens relacionadas com a categoria "Literatura"
-

23 janeiro, 2008

Gostas da palavra litote?

gostas da palavra litote?
é um tropo.
e não gostas da palavra tropolitote?
então diz comigo:
tropolitóóóóóóóte !
litote
tropope
tropolipope
tripopopote
tripolitripolitote
tripolitripolipoli
toliloli
tropopopoli
tripopeli
popoli
poplili
popli
popliiii,

Ana Hatherly
"Um calculador de improbabilidades"
Lisboa: Quimera (2001)

17 janeiro, 2008

Sussurando livros...



"Uma Cana de Pesca para o Meu Avô"
de Gao Xingjian

Edições na Biblioteca:
Colecção Mil Folhas - Jornal Público
Editora Dom Quixote

--
Sussurro letras e vírgulas e escuto palavras com pontos finais.

Vejo um templo milenar numa China do presente e dois apaixonados entregues à vida de recém-casados. Recordo a nostalgia de um homem, de uma criança e de um saco de melões.

Ouço o barulho do trânsito na cidade, a buzina aflita do autocarro, o chiar angustiante dos travões e a criança a ser projectada da bicicleta. O pai num charco de sangue e o acidente a empurrar a multidão para o meio da via.

Sinto a dor que o nadador sentiu ao ir nadar, fim de tarde no mar deserto. O aperto da cãibra no abdómen e a solidão das ondas num embalo de morte. A picada da medusa e a promessa de não voltar a matá-las.

Cheiro as árvores do parque e o encontro dos dois. A rapariga que tinha tido duas tranças e ele quando rapaz a dar nas vistas com uma “jardineira”. Lembrança. Montanha e floresta e uma filha a usar sapatos de cidade. E a felicidade?...

Provo o gosto do tabaco, esfregado nas mãos de seu avô e as migalhas enroladas em cigarros de papel. A cana de pesca comprada para ofertar à saudade da infância e o percorrer de outro tempo numa cidade que já não é a mesma. Pescador, um cão, um lago e o “Templo do Senhor Guan”.

Leio com a razão, a vertigem de imagens aleatórias: um canapé, a porta de ferro, o salão, o amor, a maré, o metropolitano, a água a subir, o computador, o palhaço, o mahjong, a água, um homem a puxar a corda, a montra, outro homem a puxar a corda… Cavalo, mulher, a corda….e o mar! Quieto. E mais e mais numa narração alucinante.

Vejo no ouvir e sinto no olfacto, o paladar dos seis contos lidos com o íntimo em “Uma Cana de Pesca para o meu Avô”.

Sussurro períodos e parágrafos em páginas de beleza, escritas de uma forma moderna e descrevendo coisas simples do quotidiano.

Noémia Maria
(Coordenadora da Biblioteca Escolar Vilarinho do Bairro)


Gao Xingjian



"Romancista, pintor, dramatugo, crítico e poeta - natural da China, mas a viver em França, a quem foi atribuído, no ano 2000, o prémio Nobel da Literatura". Leitura.Gulbenkian

Gao Xingjian Colecction
Entrevista: Ambafrance.org.br
Prémio Nobel Literatura em 2000

14 janeiro, 2008

Livraria Lello


Pedro Moreira

Foi considerada pelo Jornal Guardian (Reino Unido) a terceira melhor livraria do Mundo.

Via: Blogue "Dias Felizes".
-

A Livraria Lello e Irmão, também conhecida como livraria Chardron, ou simplesmente livraria Lello situa-se na Rua das Carmelitas,144 no Porto. Enrique Vila-Matas, classificou-a como A mais bonita livraria do mundo. A história da livraria Lello remonta a 1869, ano em que é fundada na Rua dos Clérigos a Livraria Internacional de Ernesto Chardron. Após o imprevisto falecimento de Chardron, aos 45 anos de idade, a casa editora foi vendida à firma Lugan & Genelioux Sucessores. Em 1894 Mathieux Lugan vendia a Livraria Chardron a José Pinto de Sousa Lello que possuía então uma livraria na Rua do Almada. Associado ao irmão, António Lello, mantêm a Livraria Chardron, com a razão social de José Pinto de Sousa Lello & Irmão, até 1919, ano em que o nome da sociedade muda para Lello & Irmão Lda. Wikipédia

Pesquisa na Internet:
Cidade Surpreendente
IPPAR
António Amen
Youtube

10 janeiro, 2008

Concurso Nacional de Leitura


Light Streaming From Books - Dave Cutler

Concurso na Sala de Aula
A primeira fase do Concurso decorreu nas aulas de Língua Portuguesa com as turmas do 7º, 8º e 9º Anos.
Foram lidas as seguintes obras:
7º Ano – “O Cavaleiro da Dinamarca” de Sophia de Mello Breyner
8º Ano – “ Saga” de Sophia de Mello Breyner
9º Ano – “Auto da Barca do Inferno” de Gil Vicente
Foram apurados os alunos, que acertaram num maior número de questões da Ficha de Observação de Leitura.

Concurso na Biblioteca da Escola
Os alunos apurados nas aulas de Língua Portuguesa terão que ler uma das seguintes obras:
“O Guarda da Praia” de Maria Teresa Maia Gonzalez
“Uma Questão de Cor” de Ana Saldanha
“A Lua de Joana” de Maria Teresa Maia Gonzalez
“O Velho que Lia Romances de Amor” de Luís Sepúlveda

1ª Fase: Eliminatórias nas escolas - até 18 de Janeiro
2ª Fase: Finais Distritais - 2º período lectivo (Fevereiro e Março)
3ª Fase: Final Nacional - Maio/2008

No dia 16 de Janeiro (4ª feira), pelas 14.00h, realizar-se-á a prova final entre os concorrentes para apuramento dos três alunos que irão representar a Escola nas Finais Distritais.

Concurso Nacional de Leitura
Plano Nacional de Leitura

07 janeiro, 2008

Na Nossa Biblioteca - 1º Período

Aluna que mais livros requisitou:

Margarida Lopes, 6ºA

Por Turma:
5ºA – Milton Silva/ Gabriel Pereira
5ºB – Gabrielle Gomes / Levi Jesus
5ºC – Pedro Ferreira / Ana Estarreja
5ºD – Daniela Pinheiro / Jessica Amorim
6ºA – Margarida Lopes / Brenda Silva
6ºB – Mariana Silva / Daniela Jesus
6ºC – Diana Correia / Vanessa Gonçalves
6ºD – Catarina Silva / Daniela Simões
7º A – Marcelo Barreto / Lúcia Marinha
7º B – Flávia Pinheiro / Tiago Pinto/ Verónica Marques
7ºC – Susana Santos / Cátia Almeida
7ºD – Alzira Costa / Cátia Rodrigues
7ºE – Carla Simões / Micael Silva
8º B – Elisabete Costa
8ºC – Samara Santos / Miguel Pereira / Vítor Duarte
9ºA – Julieta Oliveira / Isabel Louro
9ºC – Priscilla Rosa / Anita Calado

Livros mais requisitados:
- "O Diário Confidencial de Mariana" de Nuno Bernardo e Marta Gomes (Editorial Presença); "Harry Potter e a Ordem de Fénix " de J. K. Rowling (Editorial Presença) e "Geronimo Stilton" (Editorial Presença)

Preferências de leitura: Colecção Geronimo Stilton e Harry Potter

DVDs mais requisitados: "Shrek 2" e "Os Irmãos Dalton"

A Música mais requisitada: Nelly Furtado

Turmas que mais livros requisitaram: 5ºA e 6ºA

Turma que mais frequenta a biblioteca: 6ºA

Jogo mais requisitado: Damas

17 dezembro, 2007

Pela blogosfera...


"Postal de Natal da RBE" e "Concurso Bibliofilmes" - bibliotequices

"26 razões para ler livros" - lerparacrer

"Prémio Nacional de Literatura Juvenil Ferreira de Castro" - biblioteca-es-mealhada

"se tu lês, eles lêem" - deleit.ura

"Televisão exclusivamente dedicada aos livros - Book TV " - diasfelizes

22 novembro, 2007

O que ando a ler

Ana Jesus - Turma 5º A


"A Menina do Mar" de Sophia de Mello Breyner Andresen / Editora Figueirinhas

Um rapaz, que vivia numa casa na praia, adorava tomar banho no mar e brincar nas rochas. Um dia, após um grande temporal, ao passear pelas poças de água, descobre uma menina, com um palmo de altura, a brincar com um polvo, um caranguejo e um peixe. Era a menina do mar que lhe conta a sua história e alguns dos segredos do mar. Voltam a encontrar-se várias vezes para conversar e descobrir como as coisas da terra são diferentes das do mar; o rapaz explica-lhe o que é a saudade e a alegria e mostra-lhe o fogo, a flor e o vinho. Falhada a tentativa de a levar a descobrir como se vive na terra, aceita, bebendo uma poção mágica, descer ao fundo do mar para se encontrar com a menina. A sua terra passou a ser o mar.
Patrícia Carvalho - Turma 5º B

Publicações Europa-América

ELE TEM MEDO.ESTÁ TOTALMENTE SÓ.ENCONTRA-SE A 3 000 000 DE ANOS-LUZ DE SUA CASA.
Há duas décadas, foi assim que o gentil e comovente personagem de E.T. foi apresentado em todo o mundo pelo génio de Steven Spilberg e em livro pela pena de William Kotzwinkle. Uma nave espacial extraterrestre, após descer na Terra, é obrigada a partir precipitadamente e um erro é cometido: o botânico E. T., um pequeno ser com milhões de anos é deixado para trás… Espera-o a solidão, o terror e os perigos dum mundo hostil.Mas E. T. encontra Elliot, um rapaz de 10 anos que se torna seu amigo e tenta desesperadamente ajudá-lo a voltar para casa.
E. T. O Extraterrestre é, acima de tudo, uma história de amor, solidariedade e compreensão entre dois seres que, aparentemente, nada teriam a dizer um ao outro.

Margarida Lopes - Turma 6ºA

Editorial Presença

"Que se passa? Quem anda pela cidade a fingir ser eu, Geronimo Stilton? Quem conspira para me tirar o Diário dos Roedores? Com mil queijos da Serra, não podia nem de longe imaginar que…"

Traduzido em 35 línguas, os livros de Geronimo Stilton são um fenómeno editorial de projecção internacional. Originalmente publicada em Itália, a série já alcançou os 12 Milhões de exemplares vendidos.

03 novembro, 2007

O que ando a ler

Oswald dos Santos - Turma 5º B

"Os Primos - O Enigma do Castelo Templário" , Publicações Dom Quixote, 2005

de Mafalda Moutinho com ilustrações de Umberto Stagni

"Durante as escavações do Castelo dos Templários, os primos encontram o misterioso símbolo da Eremita gravado na muralha do castelo, ao lado do número 1333. Descobrem então uma passagem secreta..." ler mais: "Os Primos"
-
André Moreira - Turma 9ºB

Sinopse: Harry Potter está prestes a começar o seu quinto ano na Escola de Magia e Feitiçaria de Hogwarts. É, aliás, com ansiedade que aguarda o regresso às aulas para rever os seus amigos Ron e Hermione que, estranhamente, deram muito poucas notícias durante o Verão. Contudo, o que Harry vai descobrir neste novo ano em Hogwarts vai transformar radicalmente todo o seu mundo e a sua vida...

Harry Potter (Educom.pt), (Wikipédia) / Trailer do filme (Warnerbros) / J. K. Rowling (sítio oficial)

Sabias que: A escritora J. K. Rowling começou a escrever o primeiro livro da série em Portugal +Curiosidades


-

Clarinda Rodrigues

- Auxiliar da Acção Educativa da Equipa da Biblioteca
"Fortaleza Digital" - Dan Brown
Bertrand Editora

"Fortaleza digital" foi a estreia literária do autor, em 1998, resultante de uma investigação que começou a fazer em 1996 em torno de códigos, criptas e agências secretas governamentais.
Dan Brown é autor de vários "best sellers", tendo o seu nome saltado definitivamente para a ribalta internacional com "O Código Da Vinci", um dos mais vendidos romances de todos os tempos, tendo recebido o prémio britânico de "Livro do ano", em 2005.
A revista Time Magazine considerou o escritor "uma das pessoas mais influentes do mundo". A sua obra encontra-se traduzida em cerca de 50 idiomas. (ler mais
)

26 outubro, 2007

Sussurando livros...


Ali Cavanaugh

Tal como Daniel Pennac também gostamos mais de encorajar, convidar, "sussurrar livros" que recomendá-los.
Acreditamos, que tal como nos aconteceu um dia, aparecerá o tal "livro" que nos despertará para a leitura, que nos influenciará "para sempre". Que nos mude a vida, como afirmava Orhan Pamuk - "Um dia li um livro e toda a minha vida mudou".
Acreditamos, igualmente, que a influência de quem gostamos e/ou de uma pessoa que admiramos é tão ou mais importante que todas as recomendações feitas pelos "Guardiões do templo "("Guardiões e passadores" (texto de Daniel Pennac).

E de que forma é influenciado o leitor? De que gosta no livro? Há os que gostam do seu conteúdo, a história, pois. Outros vão pelo autor, pelo género. Outros, são mais coleccionadores do que leitores, gostam de ter livros, por vezes repetidos com diferentes encadernações e edições.
Outros gostam dos títulos, da capa, do que vem escrito na contra-capa...
Depois, uns certos leitores nunca os emprestam, não os riscam, nem dobram as suas folhas. Outros sim, riscam, dobram, colocam no bolso, emprestam e perdem-nos...

Desta forma, esta nova secção apresentará livros que, de algum modo, poderão despertar a curiosidade e gosto pela leitura.

Eis o primeiro "sussuro":

"O Guarda da Praia" - Maria Teresa Maia Gonzalez
.

Uma jovem escritora procura uma praia para escrever um romance. Aí, trava relações de amizade com um rapaz, o Dunas, inteligente e estranho. É ele o guarda da praia, porque a praia é para ele o seu mundo de sonho, e tem-na bem guardada na memória e no coração sensível.

Comentários sobre o livro: (Verbo / Pitux)

*Maria Teresa Maia Gonzalez, nasceu em Coimbra, em 1958.
Licenciada em Línguas e Literaturas Modernas, variante de Estudos Franceses e Ingleses, pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa, foi professora de Língua Portuguesa de 1982 a 1997, no ensino oficial e particular.
Tem vários livros publicados, ao qual destacamos, "A Lua de Joana", o bestseller que a celebrizou e que foi também editado na Alemanha, Bulgária, Albânia, Espanha e China.

09 outubro, 2007

“O desejo de ler”

“Lemos o que as pessoas de quem gostamos
nos indicam e, enquanto lemos, buscamos
a pessoa no livro que ela indicou”.
Pennac, Daniel, Como um Romance, Ed. ASA, 1992, p. 155.


Daniel Pennac, Fotonummer 376/30 - © Michael Oreal

A propósito da vinda de Daniel Pennac* a Beja, no passado dia 21 de Setembro, para a iniciativa "Palavras Andarilhas", apresentamos algumas das ideias chaves deste autor, aproveitando para nos juntarmos à reflexão que é devida à promoção do gosto pela leitura.

--

Direitos alienáveis do leitor
1.O direito de não ler.
2.O direito de saltar páginas.
3.O direito de não acabar um livro.
4.O direito de reler.
5.O direito de ler não importa o quê.
6.O direito de amar os “heróis” dos romances.
7.O direito de ler não importa onde.
8.O direito de saltar de livro em livro.
9.O direito de ler em voz alta.
10.O direito de não falar do que se leu.
Como um Romance, Ed. ASA, 1992, p. 155.

Entrevista a Daniel Pennac
Label France – Abril de 2000 – nº39
...
"- Quais são, a seu ver, os dez melhores livros do século XX?

- Em Busca do Tempo Perdido, de Proust. Este é "O Livro", assim como Ulisses, do irlandês James Joyce. Há também, é verdade, Le Voyage au Bout de la Nuit (Viagem ao fim da noite), de Céline, que representa a intrusão de uma prática da língua absolutamente assombrosa. Assim, tanto Proust me dá vontade de escrever, tanto Céline me bloqueia a pena a caminho do tinteiro. Sua maneira de escrever me entusiasma, mas me deixa petrificado.

Eu poderia citar também A Confederacy of dunces (A Conjuração dos Imbecis), que teve um destino bastante comovente; escrito por um jovem americano nos anos 60, John Kennedy Toole, que tentou imaginar um Dom Quichote da era da psicanálise, ou seja um esquizofrênico delirante e engraçado, conjurando os que o cercam a ter o senso da realidade. Esse romance era tão louco que J.-K.Toole tentou publicá-lo durante dez anos e acabou suicidando-se por não conseguir fazê-lo. Sua mãe retomou a luta durante cerca de vinte anos e finalmente teve êxito nos anos 80. O livro ganhou o prêmio Pulitzer – oferecido pelos mesmos (ou seus primos) que haviam levado o autor ao suicídio.

Outro romance formidável do século XX, que classifico numa posição bem elevada, é O Mestre e Margarida, do russo Bulgakov, ou Vida e Destino, de Vassili Grossman, um romance perturbador sobre a batalha de Stalingrado e a profunda perversidade do stalinismo, que valeu a seu autor a exclusão do Partido Comunista, da União dos Escritores e a deportação. Há ainda Cem Anos de Solidão, do colombiano Gabriel Garcia Marquez, porém talvez mais ainda O Amor nos Tempos do Cólera.

Existem também dois "Joyces" italianos, Carlo Emilio Gadda, com o Quer Pasticciaccio Brutto de Via Merulana, romance "polívoco" (N.T.: de sentido múltiplo) e "polidialetal" (N.T.: de múltiplos dialetos), e Italo Svevo, A Consciência de Zeno. São romances prodigiosos. Devo citar também Italo Calvino, sobretudo o dos livros aparentemente mais simples, que são na realidade bastante complexos: Il Cavaliere Inesistante, Il Visconte Dimezzato, Il Baronne Rampante. O americano de origem russa Nabokov também, de quem eu escolheria Lolita e um romance menos conhecido que é Despair. O polonês Gombrowicz, de quem é preciso ler Ferdydurke, que é um romance alegórico sobre o preconceito da maturidade e da imaturidade.
*Daniel Pennac: Professor, Ensaísta e Romancista francês, nascido em Casablanca (Marrocos) no ano de 1944, Daniel Pennac tem-se vindo a afirmar como um dos mais destacados escritores franceses vivos. Professor de francês, tem na leitura a sua grande paixão e é à sua promoção que dedica grande parte do seu esforço intelectual.

Sobre este assunto consultar ainda:
"A Paixão de Ler" - Blogue "Página de Vida"
"Guardiões e passadores" - Abril em Maio
"Importância da biblioteca para a promoção de hábitos de leitura" - Blogue "Página de Vida"

15 setembro, 2007

Leituras de Verão

De Gabriel García Márquez, o amor visto como possessão demoníaca na encantatória vida de Sierva Maria e dos seus longos cabelos acobreados, fonte de sedução e de ressurreição.
"Do Amor e Outros Demónios", decorre em terras sul-americanas há duzentos anos, dominada por uma Espanha ferozmente católica, mas ao mesmo tempo ardendo nos calores tropicais e nos ritmos da escravatura africana. Realidade histórica onde se misturam paradigmas de fantasia e de sonho. Assim se leu e amou um livro.
Noémia Maria

19 junho, 2007

Porquê o Livro? V

Sugestão de:


Clarinda Rodrigues: Auxiliar da Acção Educativa da Equipa da Biblioteca



Livro: “Alma de Pássaro” Margarida Rebelo Pinto

Alma de Pássaro é um livro que todos devem ler.
Escrito num português fácil de compreender, relata lugares e sítios bem conhecidos de muitos portugueses. Trata-se de um romance bonito entre uma mulher mais velha e um rapaz na flor da idade, que quer conhecer o mundo, mas que também gosta daquela mulher e mesmo depois de ganhar um prémio de arquitectura sai à aventura pela Tailândia, Ásia e todo o Médio Oriente, regressando sem a ter conseguido esquecer, tal como ela também não o esqueceu.
Voltam-se a encontrar e o amor torna a renascer mas sem confiança. Assim, cada um vai seguir o seu caminho com muita tristeza na esperança de conseguirem sobreviver.
Leia este livro e deixe-se levar por este romance excitante, rebelde e doce.

Boa leitura
Clarinda Rodrigues


Margarida Rebelo Pinto licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas na Universidade Clássica de Lisboa e iniciou a actividade de jornalista em várias publicações como: O Independente, Se7e, Marie Claire e Diário de Notícias. Enquanto escritora, escreveu seis romances, quatro livros de crónicas, um livro para crianças e uma biografia.
O seu primeiro livro, Sei lá, publicado em 1999, foi um dos maiores sucessos de vendas em Portugal, atingindo números de vendas pouco usuais para o país. Mais tarde, com os seus títulos seguintes, rapidamente alcançou um êxito similar. Actualmente, as suas obras encontram-se traduzidas na Espanha, Brasil, Países Baixos, Bélgica, Alemanha e Lituânia.
Paralelamente à escrita, Margarida dedicou-se também ao cinema, sendo a autora do telefilme da SIC Um Passeio no Parque e, mais recentemente, às peças de teatro.
Wikipédia

01 junho, 2007

Dia Mundial da Criança



"- Podias fazer o favor de me dizer para onde devo ir a partir de agora?
- Isso depende muito de para onde é que queres ir – disse o Gato.
- Não me importa muito onde... – respondeu Alice.
- Então também não importa para onde vás – disse o Gato.
-... desde que chegue a algum lado – explicou Alice.
- Oh, com certeza que chegas – disse o Gato – se andares o suficiente."


"Alice no País das Maravilhas" de Lewis Carrol

24 maio, 2007

Centenário do criador de Tintin



Se Hergé fosse vivo, fazia 100 anos.

O autor de Tintin nasceu em Bruxelas, a 22 de Maio de 1907, com o nome de Georges Rémi. Criou o repórter Tintim em 1929 e até hoje esta é a mais famosa personagem da banda desenhada da Europa.

Tintin e o fiel cão Milu nasceram no dia 10 de Janeiro de 1929. A primeira tira de banda desenhada apareceu num suplemento de uma revista para crianças.
Pesquisa na Internet:

30 abril, 2007

Sinopses I

Por: Prof. José Miranda

AMBIÇÃO
(De quanta terra precisa um homem?)



Nesse conto de Leon Tolstoy, um rico camponês chamado Pahom ouve falar das boas terras do país dos Bashkins, para lá do Volga. São pessoas simples e ele irá conseguir obter deles toda a terra que desejar sem qualquer espécie de problemas. Quando Pahom chega ao país dos Bashkins, estes dizem-lhe que, por mil rublos, poderá ter toda a terra a que conseguir dar a volta ao longo de um dia.
Pahom fica exultante e despreza-os pela sua falta de sofisticação. Está convencido de que conseguirá cobrir uma grande distância. Contudo, logo depois da partida, começa e deparar-se com áreas interessantes que decide incluir, um lago aqui, ou uma faixa de terra especialmente apropriada para cultivar linho. Depois, de repente, repara que o Sol já está a descer.
Apercebendo-se que corre o risco de perder tudo, corre cada vez mais depressa para conseguir chegar a tempo. "Fui demasiado ambicioso", diz para si mesmo, "e arruinei todo o negócio". O esforço mata-o. Morre junto ao poste de chegada e foi aí que o enterraram. "Um metro e oitenta, da cabeça aos pés, era toda a terra de que necessitava", foi a conclusão de Tolstoi.

23 abril, 2007

Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor

Hoje é o Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor. Uma data instituída pela Conferência Geral da UNESCO, em 1996. A celebração deste dia ocorre em cerca de 100 países e pretende através do seu simbolismo, dar conta da representatividade do livro, no desenvolvimento cultural do país.
Nesta data, celebra-se também o direito de autor. Um direito que é reconhecido pela Declaração Universal dos Direitos do Homem (artigo 27º) e pela Constituição da República Portuguesa (artigo 42º). O direito de autor funciona simultaneamente como garantia de defesa do património e dos valores culturais.

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